6 de abr. de 2014

Noticias do Movimento pela humanização do Parto em Natal RN

Nesta semana fechamos uma parceria muito importante para as mulheres do Rio Grande do Norte. Tivemos uma reunião com a Bonavides Advocacia, e conseguimos um apoio jurídico para as ações individuais de violência obstétrica que vem acontecendo em grande número na rede pública e suplementar de saúde. Formada por duas mulheres que vem somar forças conosco. Agora estamos mais fortes. Se você sofrer alguma violência de algum profissional de saúde ou outro durante a gestação, parto e puerpério, fala com a gente. Essa parceria vem como agente catalisador de mudança dessa luta contra hegemônica. Vem pra fortalecer e garantir nosso direito de parir como queremos. Com autonomia, respeito e dignidade.
Movimento pela Humanização do Parto em Natal RN

Administração do Rhogam em Natal RN

Como tomar Rhogam depois de um parto Domiciliar em Natal RN, se você e Rh- e o seu companheiro Rh +

Regine Marton MS CNM Midwife Parteira Certificada

 O Prazo limite para tomar Rhogam e de 72 horas pós-parto,

Você vai precisar de duas prescrições o as requisições da sua GO. Uma para  tipagem(saber o Rh do seu bebe) e a outra para o Rhogam. Você so tomara essa injeção se o seu bebe esta Rh+.  Você não precisara tomar Rhogam se o seu bebe esta Rh -.
E se a GO nao quer passar as prescrições antes do parto?
Vários casais tentaram ir a Felipe Camarão para a tipagem do bebe e a injeção, e foram mal recebidos...
Se você tem plano com Papi o com Promater podem tentar ir la depois do parto e pedir porem e provável que vão pedir a vocês de ficarem internados algumas horas pra poder proceder.
Sabemos que toda mulher tem direito ao serviço do SUS tanto no pré-natal parto e pós-parto de acordo com a lei. Normalmente todo PSF teria que ter a possibilidade de poder dar o Rhogam a mulheres que precisam. Porem não e o caso aqui em Natal, e essas dicas vão, eu espero, facilitar a sua caminhada.

Se você não tem plano de saude:
Nao existe ainda em Natal enfermeira podendo tirar sangue do cordão na hora do nascimento pra saber o Rh do bebe e mandar para o laboratório.
Tivemos boas experiências com o laboratório DNA no Tirol aonde você poderá ir e sem prescrição fazer exame de tipagem sanguíneo do seu bebe. Técnicos ajudam e fazem aquilo bem rapidamente na sua presencia. Você pode colocar o seu dedo limpo na boca do bebe pra minimizar o trauma, que ele sugara e ficara calmo durante o procedimento. Custo: 30 reais
O resultado sai no mesmo dia se você perguntar o exame em urgência.
Uma vez com o resultado na mão (baixado na internet no site do DNA Lab.) você poderá ir de novo à sua GO e perguntar a prescrição para o Rhogam se a tipagem deu Rh +.
Tem clinicas privadas de vacinação na cidade que administram Rhogam:
 A AMI clinica de vacinação e uma delas e tem 2 centros; no Tirol e no Mirassol: o custo da administração do Rhogam e de  321 RS, podendo parcelar em três vezes.
Se você tem  um plano de saúde, você, e depois da tipagem feita ,   você pode perguntar a prescrição  a sua GO e proceder da mesma maneira com a requisição.

Se vocês tem perguntas ou  comentários sejam bem vindos!!

1 de abr. de 2014

As Ultimas do RAMA

Atualização sobre as atividades de RAMA Rede de Apoio a Maternidade Ativa.

Como muitas já sabem as atividades de RAMA vão ser agora puramente virtuais (for a Ciranda Grávida com novo formato e novo lugar). Por quê?
 O cenário de Natal mudou e muito, e pra valer! O Movimento pela humanização do Parto em Natal já esta bem implantado e tem com missão de defender e apoiar as Mulheres vitima de Violência Obstétrica e intervenções abusivas tanto no setor Publico e Particular.
A Rede de Doulas com Rosário Bezerra esta engatinhando porem este bem presente e vai continuar o trabalho que RAMA estava fazendo sobre a necessidade da doula no cenário obstétrico hospitalar de Natal.
A presença de uma parteira Midwife na cidade, e o trabalho passado da Dra Edilsa Pinheiro facilitaram a visibilidade e a possibilidade do parto domiciliar em Natal.
A presença de Rosário e Clarissa na gestão da SMS catalisou a formação e a presença de doulas comunitárias na Maternidade Felipe Camarão.
As Cirandas Grávidas passadas idealizadas por Sueli Freitas (parteira e Doula agora morando em Caruaru PE) e Beatriz Barbalho Doula (agora ocupada a um mestrado Lindo) e por a parteira Midwife Regine Marton deram um impulso decisivo na formação desses novos grupos atuando. Nao posso esquecer-me de dizer que sem a Casa Aho e o apoio incondicional de Nicole Passos Naturopata e Doula, essas cirandas nao seriam o que elas foram…
Nada morre todo se transforme... A RAMA esta pronta a passar as armas pra esses movimentos pra continuar a luta e ser presente no Conselho municipal de Saude, o Conselho Estadual de Saude, o fórum potiguar de mulheres, o coletivo Leila Diniz, o Ministério Publico no Projeto Bem Nascer, nos cartórios e todos os lugares aonde RAMA foi presente.
Concretamente o que muda? Regine Marton (eu ne?) continua tomando conta da RAMA na net (Face book e Blog) sozinha e das Cirandas Grávidas. RAMA servira de apoio e de rede, apoiando de maneira incondicional todos os movimentos de defesa do parto fisiológico sem distinção de orientação e ideologia. Quem quiser apoio pra divulgação de evento, noticias etc., basta postar na pagina da RAMA ou me falar me escrever etc.. Se precisar do logo pra pôster etc.… por favor, me avisar com antecedência, RAMA nao falara nas audiências publicas entrevistas etc.… esta na hora dos movimentos serem adultos adquirir visibilidade própria e falar por sim. (PF nao usar o nome do RAMA sem me avisar  antes?) Acho legal continuar a ter o logo da RAMA tanto pela visibilidade necessária que ela tem como por o fato dela estar a mãe espiritual de todos esses movimentos (pelos eu acho  rsrs).

Queria agradecer todas essas mulheres lindas que acompanham o trabalho de RAMA que nao acabou!! Gratidão... e vejo todas voces nas Cirandas logo novo formato  bjos!!!!!

4 de mar. de 2014

Movimento pela Humanizacao do Parto e do Nascimento em Natal RN

Autora:  Gabriella Vinhas, Fundadora do Movimento gabriellacotta@gmail.com

O Movimento pela humanização do parto e nascimento em Natal surgiu em 

2013 com o objetivo de erradicar a violência obstétrica no município através

 de projetos de educação popular, de engajamento político, grupo de apoio 

além de denunciar e fazer punir quem comete violência obstétrica. A missão é 

a de proporcionar para um número cada vez maior de mulheres, a experiência 

de um parto ativo e respeitoso, amparado pela prática baseada em evidências

 científicas aliado ao cumprimento dos direitos da mulher desde a gestação ao

 puerpério. . Criado pelas para e por usuárias do sistema de saúde público e 

suplementar.

O Movimento pela Humanização do Parto e Nascimento em Natal surgiu em

 2013, alguns meses depois de ter sofrido violência obstétrica durante e após

 o nascimento do meu filho. A criação do movimento foi uma maneira que 

encontrei para lidar melhor com a dor do que vivi, na esperança de divulgar 

informações e fomentar ações com o objetivo de conscientizar as mulheres de

 seus direitos e também de denunciaras violências cotidianas das 

maternidades públicas e privadas do município.

É um movimento feminista que engloba todas as questões reprodutivas e 

sexuais das mulheres respeitando a livre escolha, o protagonismo e a 

autonomia da mulher sobre o seu proprio corpo.

Contato: 

3 de mar. de 2014

Como Denunciar Violencia Obstetrica

Fonte; Sabrina Ferraz Autora : http://maezissima.com.br/
á falamos sobre a violação dos direitos fundamentais e reprodutivos das mulheres e demos dicas para elaboração do plano de parto. Tudo isso para que as mulheres tenham como se defender daviolência obstétrica. Hoje vamos dar informação para que você saiba como denunciar uma situação de violência obstétrica. 
Uma em cada quatro  mulheres no Brasil ainda sofre algum tipo de violência no parto, conforme a pesquisa “Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado”, divulgada em 2010, de iniciativa da Fundação Perseu Abramo e Sesc. Para mudar esta situação é muito importante e necessária a denúncia.
violencia obstetricaAo denunciar, as vítimas ajudam a tornar mais evidente a existência da violência no parto, trazendo à tona números e dados que servirão de base e orientação para políticas públicas e até para criação de leis contra a violência obstétrica.
Já existem leis contra a Violência Obstétrica aprovadas no Município de Diadema/SP e em fase final de aprovação no Estado de Santa Catarina,além de leis que garantem a presença de Doulas em maternidades e hospitais da rede pública e privada, aprovadas nos estados de São Paulo e Mato Grosso, e nas cidades de Blumenau/SC e Belo Horizonte/MG (em fase de apreciação). 
Além disso, a denúncia possibilita a responsabilização dos profissionais de saúde e dos hospitais e maternidades envolvidas. No mínimo, gera a necessidade de comparecer perante os órgãos administrativos ou mesmo judiciais para responder sobre os procedimentos e condutas adotados, sendo uma chance de mudar a forma de proceder de alguns profissionais.

7 passos para denunciar a violência obstétrica

1 - Levante toda a documentação possível que exista: cartão de gestante, exames, guia de internação, contrato com hospital e recibos de pagamento, plano de parto, termos de consentimento “esclarecido”, recibo de taxa de acompanhante e, principalmente, cópia integral do prontuário da mãe e do bebê (estes documentos pertencem a mãe e o hospital é obrigado a fornecer, sem nenhum custo). Esses documentos servem como meio de prova e devem ficar em seu poder.
2 - Escreva um relato do que aconteceu, detalhando a violência sofrida e como se sentiu.
3 - Protocole uma cópia de seu relato junto à ouvidoria do Hospital, com cópia para a Diretoria Clínica, se o parto foi pelo SUS. Envie também a denúncia para as Secretarias Municipal  (em Curitiba via site ouvidoria@sms.curitiba.pr.gov.br ou Rua Francisco Torres, 830 – Andar Térreo – Centro) e Estadual de Saúde  (site do Paraná http://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=2941) e para o Ministério da Saúde (fone 136)
4 - Se o parto foi pela rede privada, protocole uma cópia de seu relato no Hospital endereçado à Diretoria Clínica e envie a denúncia para a Diretoria do Plano de Saúde e para a ouvidoria da Agência Nacional de Saúde (site http://www.ans.gov.br/index.php/aans/central-de-atendimento/formulario-de-atendimento ou 0800 701 9656); Envie também a denúncia para as Secretarias Municipal (em Curitiba via site ouvidoria@sms.curitiba.pr.gov.br ou Rua Francisco Torres, 830 – Andar Térreo – Centro) e Estadual de Saúde  (site do Paranáhttp://www.sesa.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=2941) e para o Ministério da Saúde (fone 136)
5 - Ligue para 180 e denuncie, pois a violência obstétrica é violência contra a mulher.
  • 6 - Existe ainda a possibilidade de uma representação administrativa junto ao CRM contra o médico e a equipe. E também a possibilidade de mover uma ação judicial contra os profissionais e contra o Hospital.  Para isso sugerimos o apoio de um advogado. Se você não possui condições de pagar um advogado, procure a defensoria pública da sua cidade.
7 - Também é possível denunciar o hospital junto ao Ministério Público, pedindo averiguação da instituição.

27 de fev. de 2014

RAMA esta convidando activistas e maes a escrever postagens!!

RAMA e bom de reunir informar  e transformar... Porem e ruim de escrita.... Queremos diversidade!! Mandem suas ideias  ou posts a redeeapoiomaternidadeativa@gmail.com para publicação!

Nova equipe indicada pela RAMA em João Pessoa

Água Nascente Shakti nasceu em João Pessoa PB ha pouco tempo mas você ja conhece Regine Marton de Natal RN aonde ainda atende partos domiciliares..

Trabalho em equipe integrada por Regine Marton (Enfermeira e Parteira Certificada nos EUA) e Marcela Larozzi (Doula, Naturóloga e Acupunturista): 

O trabalho com Água Nascente Shakti é voltado para a saúde integral da mulher em todos os momentos do ciclo reprodutivo aliando o atendimento tradicional ocidental com as práticas complementares e integrativas, recomendadas e reconhecidas pela Organização Mundial da Saude. Entre estas utilizamos o Shiatsu, Watsu, Aquanatal, Canto Pré-Natal, Fitoterapia, Nutrição, Massoterapia, Aromaterapia, Reflexoterapia, Reiki, Calatonia, New Seitai, Terapia Floral, Acupuntura associada à auriculoterapia, ventosas e moxabustão, Cromoterapia. Realizamos vivências e oficinas individuais e em grupos de preparo físico e emocional bem como sessões informativas sobre a fisiologia da gravidez, do parto e pós-parto sob a ótica ocidental e chinesa.

Seu atendimento será individualizado durante o seu Pré-natal, ajudaremos você no seu parto hospitalar ou domiciliar com a nossa equipe (Parteira e Doula) e durante o período pós-parto, auxiliando nos primeiros cuidados a seu bebê, com a amamentação, tirando dúvidas apoiando-a no seu domicílio após o parto.
Região atendida: João Pessoa e Natal.
Descrição do trabalho:

O que é uma Parteira profissional Certificada?

É uma profissional capacitada para cuidar da saúde da mulher e do seu bebê com até um mês de vida. O acompanhamento pode iniciar no período pré - concepcional, e permanecer até o pós-parto, incluindo o período da gravidez e o parto. Ela busca promover e preservar a normalidade do processo de nascimento, atendendo as necessidades físicas, emocionais e socioculturais da mulher e do seu bebê. Ela é habilitada a atuar de forma autônoma, responsabilizando-se pela assistência na gestação e no parto normal, no domicílio da gestante.

Estudos estão demonstrando o papel importante e líder da Parteira Profissional Certificada, como guardião do parto fisiológico, preservando a mulher e o bebê, aumentando a satisfação materna durante o parto e sendo um fator importante na diminuição da mortalidade e morbidade materna e neonatal.

O treino da Parteira Profissional Certificada a designa como a
provedora perfeita para o cuidado no pré-natal e parto domiciliar. Ela sabe antecipar e reconhecer como lidar com emergências e remoção no hospital se precisar.

A segurança do parto domiciliar com a Parteira Profissional Certificada já esta comprovada por numerosos estudos apontando também o quanto essa experiência é gratificante para mãe e bebê.
Devido ao meu perfil especifico de treino (Mestrado Midwifery, Obstetricia @SUNY Stony Brook EUA) tenho a capacidade de atender mulheres de maneira integral e complementando um atendimento clássico com práticas integradas e complementares.
Trabalho de maneira contínua na gravidez, com o relacionamento não verbal corporal e mental durante o período do pré-natal e do puerpério possibilitando técnicas terapêuticas aquáticas de Aquanatal e Watsu e com o canto pré – natal.

Disponibilizo piscinas para um parto mais confortável e seguro na água, bancos de parto, massageadores, bolas e rebozos e muito mais.

O que é uma doula?

A nomenclatura “doula” é utilizada no mundo todo. Sua origem é grega e significa “mulher que serve”. A doula é uma profissional treinada e capacitada a oferecer suporte físico e emocional à mulher durante a gestação, parto e logo após o nascimento do bebê.
Encontros da doula com a gestante são importantes para:

• Informar os procedimentos comuns durante o parto;
• Compartilhar a anatomia e fisiologia do parto;
• Indicar fontes de conhecimento para suprir ao máximo as dúvidas da mulher;
• Auxiliar no plano de parto, que é importante para assegurar as preferências e condições do trabalho de parto da gestante;
• Explicar a dinâmica e as transformações corporais e emocionais durante o processo de construção da maternidade;
• Integrar o vínculo mãe-bebê durante a gestação e logo após o parto;
• Incentivar o empoderamento pessoal sobre as escolhas e decisão do modo de parir, promovendo a auto-confiança da mulher gestar, parir, amamentar e cuidar de seu bebê.

A parteira se preocupa com o atendimento propriamente dito do parto e a doula tem seu foco profissional terapêutico ligado ao bem-estar físico e emocional da gestante. Ela soma vida à parteira, que por vezes, pode parecer distante e preocupada com os procedimentos, integrando os cuidados clínicos à compreensão da gestante e família.

A doula durante o parto não substitui o acompanhante durante o parto (Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990). A doula tem o conhecimento específico para lidar com esse momento tão especial, auxiliando a parturiente e o acompanhante, pois é comum o acompanhante se sentir impotente, inseguro e nervoso por ter grande vínculo emocional com a mulher. A doula ajuda a superar angústias, ansiedades, incertezas, medos e outros desequilíbrios momentâneos que são comuns nesses momentos e também auxiliará com formas não farmacológicas ao alívio da dor do parto com massagens, água e sugestão de posições para o trabalho de parto.

A presença da doula no trabalho de parto está associada a uma otimização da vivência e satisfação da mulher no parto. Ela incentiva o parto ativo e autônomo respeitando o protagonismo da mulher, a individualidade, a sensibilidade do momento, a fisiologia e o tempo de cada parto.

Resultados de estudos comprovaram que o auxílio das doulas no trabalho de parto propicia:

• 51% menos cesáreas
• 25% menos tempo de trabalho de parto
• 36% menos uso de analgesia peridural
• 71% menos uso de ocitocina sintética, hormônio usado para induzir contrações
• 60% menos pedidos de anestesia
• 57% menos uso de fórceps
Fonte: Scott, Berkowitz, & Klaus 1999, Califórnia.

Resultados de estudos no período da amamentação e após o parto até 6 semanas seguintes:

• Maior índice de amamentação exclusiva ( 51% x 29%)
• Maior índice de amamentação por livre demanda ( 81% x 47%)
• Menor índice de problemas com alimentação (16% x 63%)
• Menor índice de bebês com vômitos, resfriados, tosse, problemas de apetite e diarréia.
• As mães que foram apoiadas por uma doula mostraram interação mais afetiva com seus bebês, sorrindo, conversando e fazendo mais carinho do que as mães que não tiveram doula.
• Sentem-se mais íntimas do bebê
• Sentem que se comunicam bem com o bebê
• Pensam que tornar-se mãe foi fácil
• Sentem que podem tomar conta do bebê melhor do que qualquer outra pessoa
Fonte: Hofmeyr, Nikodem, Wolman, Chalmers, and Kramer, 1991, África do Sul.

A doula auxiliará com formas não medicamentosas ao alívio da dor do parto com massagens, água, sugestão de posições do trabalho de parto, além do apoio físico e emocional.

Como funciona o trabalho integrado da Doula, Naturóloga e Acupunturista?

A minha atuação como Doula, Naturóloga e Acupunturista visa promover conteúdos terapêuticos e educacionais para promover a saúde integral, com ênfase no período de pré - concepção, gestacional, parto e pós-parto, como objetivo de integrar a equipe interdisciplinar de saúde.

Meu olhar como Naturóloga graduada vê saúde como mais do que ausência de doenças ou sintomas. Assim, os processos que desenvolvem a saúde estão intrinsecamente relacionados aos níveis psíquicos, emocionais, físicos, sociais e energéticos. O equilíbrio entre esses níveis são considerados desencadeadores da saúde, bem estar e da qualidade de vida.
Acredito que associar a Naturologia e técnicas da milenar Medicina Tradicional Chinesa à atuação de doula otimiza o trabalho, uma vez que a Naturologia trabalha com a promoção, manutenção e recuperação da saúde através de práticas naturais de forma personalizada e também com educação em saúde de forma dialética com o objetivo de resgatar a autonomia da paciente para instigar sua consciência e responsabilidade por sua saúde integral e a doula busca resgatar a gravidez como um processo fisiológico e não patológico.

O tratamento com as terapias naturais de forma segura é uma opção a medicamentos que muitas vezes não são recomendados durante a gestação, salvo por indicação médica.

O acompanhamento terapêutico e educacional facilitará o autoconhecimento, a conexão da individualidade da mãe com o bebê, o significado ou ressignificado de ser mãe, a percepção às transformações corporais, emocionais e psicológicas na gravidez, parto e pós-parto, o instinto de parir e amamentar, a preservação e o estimulo à intuição feminina e materna.

Alguns dos benefícios da integração da naturologia e acupuntura com o apoio da doula durante o período de pré-concepção, na gestação, parto e pós parto (lactação):

• Auxílio na elaboração do plano de parto;
• Educação e preparação corporal para o trabalho de parto (posições, respiração, relaxamento, outros);
• Educação dos procedimentos de rotina do trabalho de parto;
• Informação e apoio para dúvidas sobre gravidez, parto e pós-parto;
• Acolhimento emocional e psicológico (medo, ansiedade, angústia, irritabilidade, confusão, incompreensão e outros);
• Empoderamento para a gravidez, parto e pós-parto;
• Elevação da autoestima da mulher;
• Equilíbrio do sistema nervoso;
• Consciência corporal e emocional;
• Estimular percepção profunda e intuitiva;
• Conexão com a vivência da gestação, parto e pós-parto;
• Auxílio ao equilíbrio hormonal no período de pré-concepção para favorecer a fertilidade, durante o trabalho de parto para otimização do parto e no pós-parto para favorecer a lactação;
• Compreensão da fisiologia e doa aspectos emocionais e culturais relacionados à dor parto;
• Reeducação perineal;
• Auxílio para o posicionamento cefálico do bebê para o parto;
• Alívio da dor do parto;
• Apoio a eventuais variações e experiências do parto;
• Favorecer a dilatação no trabalho de parto;
• Favorecer contrações mais efetivas, porém menos dolorosas;
• Melhora da circulação sanguínea e linfática durante a gestação
• Atenuar possíveis desconfortos gestacionais: enjoos, náuseas, vômitos, dor lombar, do de cabeça, dor nos membros, constipação, retenção de líquidos, insônia, fadiga e outros.

As terapias integrativas e complementares (Terapia Floral, Reflexoterapia, Massoterapia, Aromaterapia, Fitoterapia, Cromoterapia, Reiki, Calatonia, New Seitai, Acupuntura e Auriculoterapia estão integradas à prestação de serviço de doula durante as consultas e no trabalho de parto, oferecendo apoio terapêutico qualificado e personalizado para promover a saúde, prevenir e aliviar possíveis desconfortos fisiológicos e desequilíbrios psico-emocionais do período gestacional, parto e pós - parto.